Vale tudo no mundo corporativo!
Tenho novidades para contar.
Na próxima semana completo 2 meses desde que voltei a atuar como headhunter.
Nesse período, conversei com empresários, CEOs e executivos de diferentes setores. Quero compartilhar duas coisas que vi de perto e que acredito que você deveria saber.
Dois cases interessantes mostram o quanto a IA já está mudando o jogo (e muito rápido).
Visitei uma fintech já grande: 700 funcionários, sendo 500 em tecnologia.
Desde a implantação de IA, a empresa reduziu seu quadro em aproximadamente 300 pessoas — praticamente todas na área de tecnologia.
O programador, que até pouco tempo atrás era o “diamante” do mercado, agora precisa competir com uma tecnologia que, em muitas tarefas, consegue fazer o trabalho mais rápido e com mais eficiência.
Programadores mais antenados voltaram a sala de aula para se aprofundarem na IA e assim tentarem voltar ao jogo.
Outro caso interessante.
Tive uma reunião com o fundador de uma fintech de crédito que, com apenas 40 dias de operação, já havia alcançado R$ 100 milhões em carteira de crédito.
Como?
Instagram e YouTube são os principais canais de geração de leads. A IA trabalha boa parte desses leads ao longo do processo e, quando o cliente chega ao contato humano, grande parte do trabalho já está feita. O vendedor entra praticamente na etapa final, para fechar o contrato.
A empresa tem hoje 13 funcionários e a expectativa é não passar de 40 ao longo de sua vida.
E tem um detalhe impressionante: com a velocidade inesperada de captação, alguns vendedores já estão chegando a R$ 100 mil mensais em comissões.
Claramente, nesse novo jogo, tem gente ganhando — e muito — e gente perdendo.
A questão não é mais se a IA vai mudar o mercado.
Ela já mudou.
O que importa agora é saber jogar.
E quem ainda não sabe precisa aprender. Rápido.
E por falar em jogo…
Nada de beach tennis. Nem triathlon, maratona ou Porsche Cup.
A moda agora é tênis de mesa. Para os menos sofisticados, ping-pong. E não estou brincando. Os clubes de tênis de mesa estão lotados.
Sempre acreditei que vale de tudo no mundo dos negócios. E a diferença entre sucesso e fracasso muitas vezes está nos detalhes.
O tênis de mesa tem alguns detalhes que, curiosamente, combinam muito com o ambiente corporativo: raciocínio rápido, agilidade física e mental, adaptabilidade, capacidade de decisão, estratégia e leitura do adversário.
E, principalmente, a capacidade de reagir rapidamente quando a bola volta.
Hugo Calderano que se cuide. Vem gente boa por aí.
Um abraço forte,
Lelo Apovian